Este livro não nasceu em mesa de doutor, mas em mesa de madeira marcada de faca. Nasceu onde o povo conta a vida: perto do fogão, com cheiro de alho fritando no azeite e rádio chiando notícia antiga. O Balalaika é filho dessa gente que nunca teve muito estudo, mas sempre teve olhar comprido para enxergar o invisível.
Quem lê estas páginas não vai encontrar promessa de milagre comprado, e sim memória de um modo de crer que atravessou Portugal e veio ancorar no Brasil. Cartas simples, alho humilde e palavra direta — três coisas que sempre andaram juntas na religiosidade do povo.
| Número de páginas | 44 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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