Este livro é uma coletânea dessas rezas, mas também é um inventário de absurdos. Porque não há nada mais absurdo — e ao mesmo tempo mais sublime — do que acreditar que palavras podem vencer incêndios. E, no entanto, vencem.
Quem nunca viu uma avó soprar três vezes sobre a panela ardente e murmurar um segredo entre dentes, como quem conversa com o fogo em sua língua? Quem nunca ouviu falar do santo que, em meio às labaredas, permaneceu frio como pedra molhada? Quem nunca percebeu que rezar, às vezes, é a única mangueira disponível?
Aqui, o leitor vai encontrar não só fórmulas e devoções, mas também histórias que se queimam sozinhas, personagens que se confundem com fumaça, lágrimas que se transformam em água benta para resfriar a terra. O nonsense, o sagrado e o cotidiano se dão as mãos para caminhar sobre brasas.
| Número de páginas | 86 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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