Vivemos correndo, respondendo prazos, acumulando tarefas e tentando acompanhar um ritmo que nunca parece diminuir. Mas, em algum momento, surge a pergunta incômoda: estamos realmente vivendo o tempo — ou apenas sendo empurrados por ele?
Nesta obra, o tempo deixa de ser apenas medida e se revela como pressão, cobrança, ansiedade, comparação e cansaço. Ao longo de reflexões filosóficas profundas e acessíveis, o livro convida o leitor a enxergar como a pressa molda a infância, invade a juventude, organiza a vida adulta e transforma até o descanso em culpa. Mais do que falar sobre relógios e agendas, o texto examina o peso invisível de viver sempre atrasado diante de expectativas, metas e promessas que nunca cessam.
Com uma escrita reflexiva, envolvente e humana, a obra percorre temas como a urgência permanente, o medo de ficar para trás, a exaustão psíquica, a comparação entre biografias, a tirania do desempenho e a dificuldade de habitar o presente. Ao mesmo tempo, recupera vozes filosóficas como Nietzsche, Kierkegaard, Espinosa, Montaigne, Pascal e Byung-Chul Han para iluminar, com profundidade e clareza, a experiência contemporânea de viver sob pressão temporal.
Este é um livro para quem sente que o tempo deixou de ser espaço de vida e passou a ser espaço de cobrança. Uma leitura que provoca, inquieta e convida a repensar a relação com a pressa, com o futuro e com o próprio sentido de existir.
| Número de páginas | 132 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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