Vivemos em uma época em que tudo parece pedir exibição: sentimentos, opiniões, dores, afetos, fracassos e até momentos de silêncio. Em meio a essa pressão constante para aparecer, corresponder e convencer, este livro faz uma pergunta incômoda e profundamente atual: o que resta de nós quando já não conseguimos parar de representar?
Com uma reflexão envolvente e acessível, a obra investiga como a vida contemporânea foi sendo moldada pela lógica da performance. O trabalho, os vínculos, o corpo, a linguagem, a moral e até a intimidade passam a ser atravessados pela necessidade de funcionar bem diante do olhar do outro. Aos poucos, existir já não parece suficiente — é preciso parecer, provar, sustentar uma imagem, manter um papel.
Mais do que uma crítica à exposição ou às redes, este livro é um convite a olhar com mais lucidez para o cansaço de viver em cena o tempo todo. Ao explorar temas como autenticidade, visibilidade, vulnerabilidade, fracasso, silêncio e liberdade, a obra conduz o leitor a uma reflexão profunda sobre o mal-estar do nosso tempo e sobre a possibilidade de recuperar uma forma de presença menos submetida ao espetáculo.
É um livro para quem sente o peso de precisar corresponder sempre, para quem desconfia da vida transformada em vitrine e para quem busca compreender, com mais profundidade, os conflitos invisíveis da subjetividade contemporânea.
| Número de páginas | 204 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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