Em um tempo em que tudo parece precisar de filtro, enquadramento e aprovação, este livro convida o leitor a olhar para a vida por outro ângulo: não como vitrine, mas como experiência real. Ao refletir sobre a obsessão contemporânea pela imagem, pela exposição e pela estética da existência, a obra questiona o preço silencioso de transformar cada gesto, afeto e sofrimento em algo que precisa parecer belo, aceitável e compartilhável.
Com linguagem envolvente e reflexão filosófica acessível, o texto examina temas profundamente atuais: a obrigação de parecer bem, a curadoria emocional, a perda da espontaneidade, o cansaço de manter-se interessante e a dificuldade de viver sem depender do olhar do outro. Em vez de oferecer fórmulas prontas, a obra abre um espaço raro de lucidez, onde o leitor pode reconhecer suas próprias inquietações e repensar a relação entre aparência, verdade e liberdade.
Mais do que uma crítica à cultura da imagem, este é um convite a reencontrar a dignidade do que não precisa ser exibido. Um livro para quem sente o peso de viver em um mundo cada vez mais visual, performático e superficial — e deseja recuperar o valor do que é íntimo, imperfeito e autenticamente humano.
| Número de páginas | 204 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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