O que acontece quando a luz eterna da razão encontra o abismo absoluto da liberdade?
Enquanto Platão fundamenta a realidade em formas eternas e imutáveis, Sartre defende que não existe uma natureza humana pré-determinada, sendo o homem o único responsável por criar seu próprio sentido.
No Café de Flore, o destino da humanidade é renegociado entre xícaras de café e névoas de tabaco.
A autora nos conduz por um diálogo hipotético e visceral entre Platão e Sartre, onde a essência e a existência duelam em cada página.
Uma obra que não busca respostas prontas, mas sim o peso real de nossas escolhas.
| Número de páginas | 33 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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