No ano de 2084, o mapa do poder global não lembrava em nada o século anterior. A ascensão da China ao posto de hegemonia absoluta não ocorreu por armas, mas por uma infraestrutura invisível: o Sistema de Crédito Quântico, que substituiu o dólar e tornou Pequim o nó central de toda a energia mundial. O Mandato do Céu agora operava a partir de megacidades flutuantes que controlavam o clima global.
Em O Equilíbrio de Gaia, a autora destila sua obsessão por geopolítica e futuro centrismo, questionando o destino das nações quando os algoritmos passam a ditar o ritmo dos corações.
Daisy não escreve apenas sobre máquinas; ela escreve sobre a persistência do humano diante do infinito.
| Número de páginas | 40 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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