O Domo Escalar propõe uma reavaliação radical — porém rigorosa — de um dos pressupostos mais silenciosos da modernidade: a neutralidade do espaço. Em vez de tratar o espaço como mero cenário passivo para eventos físicos, esta obra demonstra que ele pode ser compreendido como condição ativa de causalidade, com implicações profundas para a física, a defesa e a própria organização das civilizações.
Partindo da amputação conceitual ocorrida na formulação vetorial das equações de Maxwell, o livro recupera a primazia dos potenciais eletromagnéticos por meio dos trabalhos de Whittaker, das intuições experimentais tardias de Nikola Tesla e da ontologia da ordem implicada desenvolvida por David Bohm.
Nesse contexto, o chamado Domo Escalar não é apresentado como tecnologia, arma ou escudo energético, mas como um conceito-limite: a formulação coerente de um regime espacial no qual a defesa deixa de ser reação a ameaças e passa a ser gestão das condições de manifestação dos eventos. Trata-se de uma mudança ontológica antes de ser técnica.
A obra examina criticamente as tentativas modernas de operacionalização desse pensamento — em especial nos trabalhos de T. E. Bearden — e demonstra por que tais esforços falham quando reduzem regimes de coerência a dispositivos acionáveis. Ao fazê-lo, o livro fecha deliberadamente a armadilha do tecnicismo e desloca o debate para o nível civilizacional.
| Número de páginas | 108 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Capa dura |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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