A maneira como você se percebe não nasce apenas de lembranças, escolhas privadas ou características individuais. Ela também se forma por meio de vínculos, expectativas, papéis sociais e comparações. Ao examinar a identidade social, a obra mostra como família, profissão, geração, comunidade, grupos de referência e ambientes digitais participam da construção de quem você acredita ser.
Você compreenderá por que reconhecimento, aceitação e pertencimento exercem tanta influência sobre a autoimagem. O texto analisa identidades escolhidas, identidades atribuídas, conflitos entre papéis, dependência de aprovação, comparação social e mudanças de identidade ao longo da vida. Também permite reconhecer quando uma função, um rótulo ou uma expectativa coletiva passa a ocupar espaço excessivo na definição de si.
A análise avança para temas como pertencimento, exclusão, estigma, preconceito, status, aparência e reputação. Você poderá observar como os grupos sociais produzem proteção e sentido, mas também criam fronteiras, lealdades rígidas e hostilidade contra quem está fora. Migração, perda de posição social, crises pessoais e exposição digital aparecem como situações capazes de reorganizar vínculos e narrativas pessoais.
Voltado a quem deseja compreender relações, diferenças e mudanças de identidade com mais clareza, o livro oferece uma abordagem acessível e crítica.
| Número de páginas | 541 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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