O filósofo Arthur Schopenhauer dizia que o mundo é, ao mesmo tempo, vontade e representação. Em outras palavras, aquilo que vemos não é apenas o que está fora, mas também aquilo que somos por dentro. Já o artista Wassily Kandinsky lembrava que toda verdadeira arte nasce de uma necessidade interior, de algo que pede forma, que deseja aparecer. Este livro caminha entre essas duas intuições: o mundo que vemos e o mundo que se forma em nós não são coisas separadas.
Desenhar, então, deixa de ser um simples exercício técnico e se torna um gesto mais profundo: uma tentativa de alinhar o olhar exterior com uma percepção interior mais honesta. Não se trata apenas de copiar o que está diante dos olhos, mas de aprender a ver de verdade — e isso é mais difícil, mais exigente e, ao mesmo tempo, mais bonito do que parece.
Mas há ainda um terceiro elemento que atravessa estas páginas, e que talvez seja o mais inesperado: o olhar de Cristo.
Quando lemos os Evangelhos com atenção, percebemos que Jesus não via o mundo como os outros viam. Ele enxergava valor no pequeno, dignidade no esquecido, sentido no comum. Ele não olhava com pressa, nem com superficialidade. Seu olhar era atento, inteiro, profundamente humano — e, ao mesmo tempo, capaz de revelar algo maior.
É desse olhar que este livro se aproxima.
| Número de páginas | 108 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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