Contar o Norte é um exercício de paciência e vertigem. Quem se senta às margens do Tapajós aprende cedo que o tempo corre de outra forma — ele não se mede pelas horas do relógio, mas pelo banzeiro que bate no casco do barco, pela cheia que engole a várzea e pela vazante que desenha praias de uma brancura quase mística. É exatamente nessa cadência fluvial e apaixonada que Luiz Felipe Amil finca o facão de sua escrita em "Sangue Latino Santareno".
| Número de páginas | 278 |
| Edição | 0 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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