O amor não tem idade — apenas profundidade.
O tempo muda quase tudo: o corpo, o ritmo dos dias e a forma como se atravessa a vida. Mas ele é incapaz de mudar o coração.
Nesta casa, onde idosos passam o dia entre lembranças e silêncios, a vida costuma seguir sem grandes expectativas. Até que algo acontece. Não chega com barulho; é apenas um olhar que demora um pouco mais, uma presença que começa a fazer falta.
Aqui, o amor não surge com promessas ou urgências. Ele nasce nos pequenos gestos, na escuta atenta e no respeito pelas marcas que o tempo deixou. É o chá servido do jeito certo, o jornal separado com carinho e o braço oferecido para firmar o passo.
Tânia Keita apresenta uma história sobre encontros tardios que não precisam provar nada. Um relato sensível sobre o amor que não grita — mas permanece. Porque enquanto há sentimento, há esperança.
"Se amar agora significa caminhar devagar ao lado de alguém que compreende meus silêncios, então eu aceito caminhar."
| Número de páginas | 20 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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