AMI não nasceu como projeto, nem como ideia planejada.
Nasceu de uma casa aberta, de um silêncio respeitado e de mulheres que precisavam permanecer vivas juntas.
Depois de Fatoumata: o dia em que aprendi a ler o mundo, este livro acompanha o que se torna possível quando a consciência individual se transforma em presença coletiva. Em contextos onde partir nem sempre é uma opção, mulheres comuns constroem caminhos possíveis a partir da escuta, da solidariedade e do tempo compartilhado.
Aqui não há heroínas nem soluções universais. Há histórias reais atravessadas por tradição, medo, coragem e resistência silenciosa. A AMI é o espaço onde o silêncio deixa de ser ausência e passa a ser abrigo; onde permanecer é, muitas vezes, o gesto mais corajoso.
Mais do que um lugar, AMI é um gesto que se aprende — e se espalha.
Onde duas mulheres se sentam para escutar sem julgar, ali existe AMI.
| Número de páginas | 40 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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