O profissional que depende apenas do cargo, da boa vontade dos outros ou da estabilidade do sistema continuará sendo "súdito". O que assume responsabilidade estratégica sobre sua reputação, suas alianças e sua empregabilidade torna-se "príncipe" da própria carreira.
Inspirado diretamente na lógica de poder de Maquiavel, Príncipe Contemporâneo traduz, capítulo a capítulo, os conceitos clássicos de O Príncipe para o ambiente corporativo: o "príncipe novo" que precisa conquistar legitimidade num time ou projeto; a virtù como capacidade de adaptação diante da fortuna — as crises, a automação, a reestruturação que ninguém controla; o equilíbrio entre medo e amor que se resolve no respeito; as armas próprias — reputação, conhecimento, rede genuína — que sobrevivem a qualquer demissão; e a fortaleza profissional que resiste ao cerco quando ele vier.
O livro não poupa os dilemas éticos do poder: quando a firmeza é necessária e quando vira crueldade inútil; como identificar conselheiros que dizem a verdade e descartar bajuladores; onde termina a ambição saudável e começa a corrupção da própria carreira.
A conclusão é direta: o verdadeiro poder profissional não é ocupar um cargo, mas possuir liberdade de escolha — onde trabalhar, com quem trabalhar, sob quais condições trabalhar. E esse poder não se herda. Se conquista.
| Número de páginas | 47 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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