Oncologia – Quando o tratamento deixa de ser o centro aborda um território decisivo da prática oncológica: o cuidado quando as opções terapêuticas se estabilizam, perdem centralidade ou deixam de orientar com segurança as decisões clínicas. Nesses contextos, a responsabilidade médica não pode depender de promessas de controle ou desfecho; ela precisa ser sustentada por comunicação precisa, critérios proporcionais e presença clínica contínua.
O livro examina como conduzir conversas difíceis, redefinir objetivos, manejar expectativas e manter vínculo quando o tratamento já não organiza o sentido da trajetória. Discute limites terapêuticos, proporcionalidade, continuidade do cuidado, sofrimento prolongado, tomada de decisão em cenários ambíguos e o papel ético da presença em oncologia avançada.
A obra não é manual técnico nem oferece protocolos. Seu objetivo é organizar conceitualmente a clínica quando a evidência não fecha, a irreversibilidade se impõe e o cuidado precisa permanecer responsável, claro e humano. Dirigido a médicos, residentes e profissionais da saúde, propõe uma reflexão madura sobre como permanecer clínico quando o tratamento deixa de ser o centro.
| Número de páginas | 227 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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