LUIZ GAMA é um dos personagens mais cinematográficos da história brasileira: ex escravizado, autodidata, advogado abolicionista, poeta e jornalista; era conhecido por sua elegância e por nunca aceitar honorários para libertar escravizados — ele vivia modestamente de seu trabalho como jornalista e tabelião.
Um homem vendido pelo pai. Um poeta consumido pela febre. Uma nação acorrentada ao próprio passado.
Em meados do século XIX, as ruas de São Paulo são o cenário de uma guerra invisível. De um lado, a aristocracia cafeeira e suas leis de papel; do outro, Luiz Gama, o rábulo negro que transformou o Direito em uma arma de libertação. Vendido como escravizado na infância e autodidatismo na maturidade, Gama não possui um diploma, mas carrega uma inteligência que humilha os tribunais do Império.
Ao seu lado, surge o jovem e impetuoso Castro Alves, o "Poeta dos Escravos", cuja voz incendeia os teatros e faz tremer a elite. Juntos, eles formam uma aliança improvável: o rigor da lei e o fogo da poesia. O VERBO E A TOGA é uma ficção histórica baseada em fatos reais, narrada pelo próprio Luiz Gama, que refaz os passos de uma amizade forjada no idealismo e testada pela tragédia.
Entre petições audaciosas, fugas estratégicas e o tique taque de um destino implacável, Gama nos guia por uma jornada de dignidade e fúria, provando que, enquanto houver uma pena e uma voz, nenhuma corrente é eterna.
| Número de páginas | 96 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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