Entre o cheiro do café coado e o brilho contínuo das telas, nasce uma pergunta urgente: o que acontece ao humano no meio dos algoritmos? Vivemos em um tempo de foco fragmentado, onde a inteligência artificial desenha o amanhã e as notificações disputam cada segundo do nosso olhar. Para muitos, a tecnologia virou promessa reluzente; para outros, uma ameaça à profundidade do contato humano. Mas e se o verdadeiro desafio for aprender a navegar na névoa? Nesta obra provocativa e poética, Gabriel Dualiby conduz uma expedição ao ecossistema Onlife, onde o físico e o digital se fundem. Através das histórias de Antenor, mestre luthier de 70 anos e guardião do saber analógico, e de Lina, jovem de 19 anos imersa na cultura em rede, o leitor é convidado a olhar para a educação e as relações com novos olhos. Este não é um manual frio de ferramentas digitais nem um livro de fórmulas mágicas. É um compêndio vivo de crônicas, reflexões filosóficas e provocações feito para educadores que buscam criar experiências com propósito, líderes que gerem equipes no mundo híbrido e mentes inquietas que recusam respostas fáceis. Com uma escrita que une a sensibilidade da literatura ao rigor do pensamento crítico, este livro oferece a bússola que faltava para quem não aceita ser mero espectador da era digital. O mapa está nas suas mãos. A jornada começa na primeira página.
| Número de páginas | 181 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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