Depois de quarenta anos escutando os segredos alheios, o psicanalista Augusto Valença acredita conhecer os esconderijos da mente humana. Até receber uma caixa sem remetente, contendo treze cadernos, uma chave enferrujada e uma advertência escrita por Helena, paciente desaparecida: “Não procure saber se escrevi a verdade. Descubra por que você precisa acreditar nela.”
Os cadernos conduzem Augusto a uma propriedade isolada chamada Labirinto. Em seus corredores, cada aposento parece reproduzir um mito grego: Narciso diante do espelho, Édipo diante do destino, Orfeu diante da perda e Ariadne oferecendo um fio que talvez indique saída — ou leve diretamente ao centro da armadilha.
Enquanto lê as confissões de Helena, Augusto descobre relatos de sessões que não se recorda de ter conduzido, objetos pertencentes a antigos pacientes e uma gravação capaz de antecipar suas decisões. A chegada de Clara, irmã de Helena, torna tudo ainda mais inquietante: ela afirma que os cadernos são uma fraude e que Augusto não está investigando um desaparecimento, mas participando de uma vingança.
Entre o retorno do que foi reprimido e a rebeldia contra as verdades herdadas, Augusto terá de enfrentar o desejo, a culpa e as marcas de sua própria história. Em uma casa onde confessar pode ser outra maneira de mentir, quem é a vítima, quem é o autor e quem está analisando quem?
O Labirinto das Verdades é um suspense psicológico sobre memória, poder e as mentiras sem as quais talvez não consigamos viver.
| Número de páginas | 131 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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