A realidade responde às ações humanas.
Nem sempre de forma imediata, nem de modo visível — mas com coerência.
Em O Eixo Invisível, o autor propõe uma investigação profunda sobre a existência de uma estrutura moral objetiva inscrita no próprio tecido do real. Distante do moralismo religioso e do relativismo contemporâneo, o livro examina a moralidade como lei de consequência — comparável, por analogia funcional, à gravidade — que opera silenciosamente sobre indivíduos, sociedades e civilizações.
A obra dialoga com filosofia, ciência, consciência e tecnologia para explorar temas como intenção, responsabilidade, informação, disciplina moral e limites do método ético. Conceitos frequentemente tratados como marginais, como consciência não local e campos informacionais, são analisados com rigor crítico, sem apelos místicos ou promessas extraordinárias.
Ao longo do percurso, o leitor é conduzido do reconhecimento de um eixo moral invisível à questão decisiva do sentido: onde a lei encontra a consciência, e a estrutura encontra o Logos. O livro não oferece fórmulas nem garantias, mas um mapa de orientação para quem suspeita que o real não é moralmente neutro — e que ignorar essa estrutura tem custo.
O Eixo Invisível é um convite à responsabilidade lúcida, à disciplina sem rigidez e à busca de coerência no longo prazo.
| Número de páginas | 124 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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