Vivemos em um tempo que transforma a juventude em ideal, exigência e medida de valor. Mas o que acontece quando a vida passa a ser julgada pela aparência, pela energia constante e pela capacidade de parecer sempre novo?
Nesta obra, a juventude deixa de ser vista apenas como uma fase da existência e passa a ser analisada como um culto silencioso que molda desejos, comportamentos e formas de exclusão. Com linguagem envolvente e reflexiva, o livro convida o leitor a pensar sobre o medo de envelhecer, a obsessão pela vitalidade, a pressão estética e a dificuldade contemporânea de aceitar o tempo como parte da própria vida.
Ao longo das páginas, a obra mostra como o envelhecimento foi transformado em problema, como a imagem jovem se tornou um padrão social e como a experiência, a maturidade e a presença silenciosa perderam espaço em uma cultura obcecada pela aparência e pela performance. Mais do que criticar um fenômeno, o livro propõe uma reflexão humana e profunda sobre a passagem do tempo, a dignidade de envelhecer e a possibilidade de viver sem precisar se esconder atrás de uma juventude encenada.
É uma leitura para quem deseja pensar com mais liberdade sobre corpo, idade, valor, identidade e finitude em uma sociedade que parece ter esquecido que viver também é mudar.
| Número de páginas | 184 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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