Quantas vezes um dia termina com a sensação de que ele já havia começado cansado? Em O Cotidiano Como Prisão, a rotina deixa de ser vista apenas como organização da vida e passa a ser interrogada como uma estrutura invisível que, ao mesmo tempo em que oferece segurança, também pode sufocar o desejo, o espanto e a liberdade.
Com linguagem reflexiva, acessível e profundamente humana, este livro convida o leitor a olhar de outro modo para os gestos mais comuns: a agenda cheia, os hábitos repetidos, o tempo cronometrado, a casa, o trabalho, o corpo treinado para funcionar e a vida reduzida à manutenção. Ao longo das páginas, aquilo que parecia normal revela seu peso oculto: a repetição que anestesia, o conforto que paralisa, a produtividade que esvazia e a previsibilidade que, pouco a pouco, afasta o sujeito de si mesmo.
Mais do que denunciar o cansaço dos dias iguais, a obra abre espaço para uma pergunta decisiva: ainda é possível viver com presença dentro da repetição? Sem prometer fórmulas prontas, o livro oferece uma reflexão sensível e filosófica sobre o tempo, o hábito, o tédio, a liberdade e a necessidade de reencontrar, mesmo nos menores gestos, uma forma mais desperta de existir.
Para quem sente que a vida moderna muitas vezes aprisiona sem grades, este é um livro que inquieta, reconhece e ilumina.
| Número de páginas | 136 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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