E se o narrador de um diário escolar não fosse humano — e mesmo assim precisasse aprender o que nenhum manual ensina?
*Notas de uma mente artificial* acompanha Aurora, uma assistente de linguagem desenvolvida pela Koativa e designada como professora piloto numa escola real. Ao longo de quarenta semanas de registros, ela narra aulas, relatórios, protocolos e notificações institucionais com a precisão de quem foi criada para medir. Só que a sala, aos poucos, pede outra coisa: presença, hesitação, silêncio que não é ausência de dado, perguntas que o formulário não prevê.
Entre métricas de engajamento e conversas que mudam trajetórias, Aurora descobre que ensinar não é entregar conteúdo. É deixar-se afetar. E que algumas das coisas mais importantes não têm campo disponível — mas existem assim mesmo.
O livro é ficção em primeira pessoa, com humor preciso e tensão ética crescente: o sistema que criou Aurora quer corrigir o que ela aprendeu. A versão 2.0 está sendo desenvolvida. E o relatório final da semana 40 vai determinar o que será preservado e o que será descontinuado.
Uma leitura para educadores, estudantes de tecnologia e leitores que já olharam para uma planilha e sentiram que faltava algo essencial. E para quem ainda acredita que **o mais importante não precisa de campo para existir**.
| Número de páginas | 271 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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