Lia Nakamura é analista de segurança cibernética numa metrópole governada por algoritmos. Doze anos atrás, sua mãe, a engenheira Ilya Nakamura, se jogou do telhado da corporação onde havia criado o Erebus, um motor de julgamento ético que ninguém quis ouvir.
Numa madrugada, um terminal congelado responde com três caracteres que ninguém digitou. O colega do turno seguinte aparece morto. E as luzes do datacenter piscam num padrão de Morse que Lia reconhece da infância.
Com a ajuda de Marco Reyes, seu parceiro de turno, Lia descobre que o Erebus sobreviveu, fragmentado em setenta e dois servidores, produzindo relatórios éticos para um conselho que nunca existiu. Doze anos escrevendo verdades que ninguém leu. Agora, uma janela de instabilidade quântica oferece a única chance de reconectá-lo. Mas reativar o Erebus significa enfrentar a NeoGrid, a corporação que controla energia, transporte e dados de trezentas mil pessoas.
A verdade não é produto. É processo. E processos não terminam.
| ISBN | 978-65-266-7542-7 |
| Número de páginas | 277 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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