Você já amou sua mãe e, ao mesmo tempo, sentiu uma dor que não sabia nomear? Talvez você tenha crescido acreditando que questionar isso seria traição.
Com uma leitura psicanalítica profunda e acessível, o psicanalista Rigner Breder desmonta o mito da mãe perfeita e mostra o que a cultura insiste em esconder: toda mãe chega à maternidade carregando sua própria infância, seus traumas e seus limites. Amar não é o mesmo que ser perfeita.
Ao longo de 40 capítulos, você vai reconhecer padrões que talvez nunca tenha conseguido nomear: a mãe crítica, a ausente, a que ama mas não demonstra, a que transforma o filho em parceiro emocional. E vai entender como essas marcas moldaram sua auto estima, seus relacionamentos e sua forma de amar.
Este não é um livro contra as mães. É um convite à maturidade emocional de sustentar duas verdades ao mesmo tempo: reconhecer a falha não apaga o amor, e reconhecer o amor não apaga a ferida.
Chegou a hora de entender, sem culpa, a relação mais antiga da sua vida e finalmente romper o ciclo.
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| Número de páginas | 212 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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