Às três e meia da manhã, depois de uma conversa com um amigo sobre fé, um homem não consegue dormir.
Durante vinte anos ele frequentou a mesma igreja. Nos últimos, já não se sentia digno de ocupar um banco e ficava no corredor. Um dia, tinha ouvido que Deus não desistiria dele enquanto houvesse vida. Saiu mesmo assim, e buscou Deus em outros caminhos, diante de outras fogueiras. Até que voltou a sentar-se num culto ao lado da mãe, que o Alzheimer vai apagando aos poucos. Ela já esqueceu quase tudo, mas cantou os hinos.
Enquanto houver vida nasce dessa madrugada e do que ela revolveu: a saudade de uma fé em que ele nunca coube por inteiro, a falta de um pertencimento que nunca chegou a viver e a lembrança dos momentos em que se sentiu, de fato, ouvido por Deus. É um livro sobre o mapa que nos ensinam e o sentimento que nos move, e sobre a possibilidade de voltar sem deixar de ser quem se é.
| Número de páginas | 101 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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