Passei 29 anos construindo tecnologia e vendo a mesma cena se repetir: uma tecnologia nova chega, alguém anuncia o fim de uma profissão e, anos depois, descobrimos que ela não acabou, mudou de lugar. Desta vez a mudança é maior. A inteligência artificial e a robótica começam a assumir a própria execução, no escritório, na fábrica, no hospital e, em breve, fora da Terra.
Este livro responde com método, e não com profecia, à pergunta que importa: o que continua sendo nosso? Em vez de adivinhar que cargos vão existir, ele investiga que necessidades humanas permanecem quando as máquinas fazem a execução. A resposta é animadora: o trabalho humano migra para compreender, imaginar, escolher, cuidar, criar sentido e explorar, e na maior parte das vezes perto de casa, no bairro e na cidade.
São 69 lentes especialistas, 2.346 conversas medidas pela mesma régua, 10 frentes do futuro e um Atlas de 200 profissões que ainda vão nascer, com a renda estimada de quem vai exercê-las. Há também os dois grandes desafios do caminho: como sustentar as pessoas quando quase tudo ficar barato e por que, quanto mais capaz a máquina, mais humana precisa ser a infância.
Escrevi para o gestor que decide hoje o que entregar às máquinas, para pais e educadores que vão formar profissões ainda sem nome e para o jovem que quer saber se vale a pena estudar o que gosta. Vale. O futuro bom não está garantido, mas as escolhas que levam até ele existem, e são nossas.
| Número de páginas | 404 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.