Atribuir aos outros a responsabilidade por nossos fracassos é uma prática que remonta ao início da criação. É evidente que sentimos vergonha diante da derrota e tememos o julgamento e a condenação. Esse foi, de fato, o sentimento experimentado por Adão e Eva no Éden. Eles não demonstraram a dignidade do rei Davi, pois não reconheceram seus erros; Adão culpou a mulher, esta por sua vez, responsabilizou a serpente, e assim, continuamos a trilhar esse mesmo caminho, atribuindo nossos equívocos a Satanás. A postura predominante na sociedade e entre os cristãos é a de evitar a responsabilização: "não sou eu, não tenho culpa." Dessa forma, persistimos em culpar o próximo, as circunstâncias, a carência de recursos, a genética e até mesmo a serpente ancestral. É necessário que cada um reconheça sua própria culpa, assuma a responsabilidade por suas ações e evite viver acusando o acusador, pois este nunca cometeria as atrocidades que a humanidade é capaz de perpetrar. Se tudo é influenciado por Lúcifer, quem teria sido a sua influência para se rebelar contra Deus? Quem provocou a decisão de Deus em afogar a geração de Noé ou em incinerar os habitantes de Sodoma e Gomorra? A quem devemos atribuir a culpa por nosso comportamento maligno?
| Número de páginas | 187 |
| Edição | 4 (2016) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.