O que diferencia uma crise sistêmica de uma recessão comum?
Por que a estabilidade econômica pode esconder fragilidades profundas?
Como crédito, confiança, dívida e instituições transformam choques localizados em colapsos amplos?
Crises econômicas sistêmicas analisa os mecanismos que levam economias complexas da normalidade aparente à ruptura. O livro examina como ciclos de expansão, endividamento, bolhas de ativos, fragilidade bancária, choques externos, falhas institucionais e perda de confiança podem se combinar até comprometer crédito, produção, emprego, renda, moeda e coordenação social.
A obra organiza o tema por meio de uma abordagem histórica, teórica e institucional, com atenção a crédito, alavancagem e fragilidade financeira; bolhas especulativas e preços de ativos; bancos, liquidez e contágio sistêmico; economia real, desemprego e contração produtiva; crises cambiais, dívida externa e vulnerabilidade periférica; respostas de política monetária, política fiscal e reformas institucionais; além dos efeitos sobre desigualdade, legitimidade política e reorganização social após as crises.
O tema importa hoje porque crises não são apenas eventos financeiros: elas reorganizam sociedades, redistribuem perdas, alteram instituições e revelam dependências normalmente invisíveis. O livro é indicado para leitores de economia, finanças, políticas públicas, história econômica, relações internacionais e ciências sociais.
Toda crise revela a estrutura que a normalidade escondia.
| Número de páginas | 335 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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