A Vida Consumida é uma reflexão filosófica sobre o modo como o consumo deixou de ser apenas uma prática econômica para se tornar uma linguagem da existência. Nesta obra, o ato de comprar já não aparece como simples resposta a necessidades, mas como forma de pertencimento, visibilidade, compensação emocional e construção identitária.
Ao longo do livro, o consumo é examinado como estrutura simbólica que redefine o desejo, transforma objetos em biografia, converte marcas em totens contemporâneos e submete a subjetividade à lógica da exibição, da comparação e da renovação permanente. O que se compra já não serve apenas para uso: serve para dizer quem você é, a que grupo pertence, o que sonha, o que teme e o que tenta esconder de si mesmo.
Sem recorrer a tecnicismos excessivos, a obra articula filosofia, crítica cultural e observação do cotidiano para investigar temas como publicidade, autenticidade fabricada, consumo emocional, identidade digital, luxo, consumo infantil, dívida, espetáculo de si, mercantilização do sofrimento e vazio interior. Em vez de oferecer respostas fáceis, o texto conduz o leitor a uma pergunta mais profunda: o que resta de nós quando a mercadoria passa a falar em nosso lugar?
Trata-se de uma obra sobre o consumo, mas também sobre solidão, desejo, reconhecimento, aparência e perda de interioridade. Uma filosofia do mundo contemporâneo escrita para quem deseja compreender, com lucidez e profundidade, como a vida passou a ser narrada por vitrines, marcas,
| Número de páginas | 185 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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