A Invenção do Tempo

A Guardiã do Ciclo

Por DAISY AGUINAGA d'EIBAR

Código do livro: 946636

Categorias

Civilizações Míticas, Atmosfera E Espaço, Entretenimento, Ciências Humanas E Sociais

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Sinopse

O tempo do Sol é uma flecha; ele nos empurra para a frente, em uma linha reta que ignora o cansaço e exige a colheita antes mesmo da semente. Mas o tempo da Lua é um ventre. Ele é circular, rítmico, e entende que para haver o brilho, é preciso aceitar a escuridão.

Antes da escrita, os primeiros seres humanos utilizavam os ciclos da Lua para medir o tempo.

A razão era prática e biológica: As fases da lua são fáceis de observar a olho nu, mudando visivelmente a

cada noite. A coincidência entre o ciclo lunar e o ciclo menstrual feminino fez com que, em muitas culturas ancestrais, as mulheres fossem as primeiras "guardiãs do tempo". Evidências Arqueológicas: O Osso de

Ishango (Congo) e o Osso de Blanchard (França), datados de mais de 25.000 anos, contêm entalhes que muitos arqueólogos interpretam como registros de meses lunares.

Características

Número de páginas 31
Edição 1 (2026)
Idioma Português

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DAISY AGUINAGA d'EIBAR

Daisy Aguinaga d’Eibar (daguinaga)

Nascida no Rio de Janeiro; licenciada em Pedagogia (UFJF/MG); Mestre em Educação (IESAE/FGV) e M.Sc. (Manchester University/UK); professora universitária aposentada da UFRRJ; foi bolsista da Japan International Cooperation Agency – JICA; artista plástica autodidata com cursos de Extensão em Desenho e Pintura no Instituto de Arte e Design (IAD/UFJF); escreve por passatempo poesias, contos, roteiros de curtas metragens, peças teatrais; dedica-se também à jardinagem e paisagismo como consultora de projetos para instalação e manutenção de jardins; teve encenada a peça infantil “Tollo e Donzella (Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, Juiz de Fora, MG; participou de duas Antologias com dois contos; frequentou em 1917-18 curso de artes no Chicago Art Institute e no Lillstreet Art Center (Chicago/EUA); citada no livro “A Parreiras e seus artistas: crônica da Sociedade Belas Artes Antônio Parreiras e Dicionário Biográfico de alguns de seus artistas, de Lucas Marques do Amaral, FUNALFA Edições, JF/MG; participou dos salões da Galeria Antônio Parreiras e realizou exposições individuais e coletivas (Reitoria da UFJF); Constantino Hotel (JF/MG); Espaço Cultural Mezcla (JF/MG); Galeria de seu Atelier “Le Clochard”, em Juiz de Fora, MG no qual oferece cursos de desenho, pintura, cerâmica, xilogravura etc.; realizou a exposição “Poéticas Digitais” na Sociedade Pró-Música (UFJF) resultado de sua incursão em Arte Digital (parte das obras estão em seu canal no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=rixdUEWCZmM); fez experimentos fotográficos (disponíveis também no Youtube); atualmente está envolvida na criação de histórias.

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