Vivemos em uma época em que cuidar de si deixou de ser um gesto íntimo para se tornar exigência, performance e discurso. A Indústria do Cuidado de Si convida o leitor a olhar com mais lucidez para esse cenário, investigando como o autocuidado, a positividade, a superação e o bem-estar passaram a funcionar também como formas sutis de pressão, controle e padronização emocional.
Com uma escrita reflexiva, filosófica e profundamente humana, o livro questiona a transformação da dor em produto, da cura em imagem social e da vulnerabilidade em espetáculo. Ao longo da obra, o leitor é levado a pensar sobre o que acontece quando até o sofrimento precisa parecer belo, útil ou inspirador, e quando até o cuidado de si passa a obedecer à lógica do mercado.
Mais do que criticar os discursos prontos sobre equilíbrio e felicidade, esta obra abre espaço para uma reflexão rara e necessária: ainda é possível cuidar de si sem espetáculo, sem fórmula e sem obrigação de parecer bem? Para quem se sente cansado das promessas fáceis de leveza e deseja uma leitura que questione com profundidade o mundo emocional contemporâneo, este livro oferece uma travessia intensa, lúcida e provocadora.
| Número de páginas | 207 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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