Vivemos cercados por metas, prazos, cobranças e pela sensação constante de que nunca estamos fazendo o suficiente. A Ilusão da Produtividade convida o leitor a olhar de frente para esse modo de vida que transformou a pressa em virtude, o cansaço em prova de valor e a utilidade em medida da dignidade humana. A obra questiona, com profundidade e clareza, o que acontece quando o tempo deixa de ser vivido e passa a ser administrado como mercadoria, e quando o descanso, o silêncio e a lentidão começam a parecer falhas morais.
Sem recorrer a fórmulas prontas ou promessas fáceis, o livro conduz uma reflexão filosófica acessível e envolvente sobre trabalho, exaustão, desempenho, tempo interior, liberdade e sentido. Ao longo das páginas, o leitor é levado a perceber como a lógica da produtividade invade não apenas o trabalho, mas também o corpo, os afetos, o lazer, o descanso e até a forma como cada um aprende a julgar a si mesmo.
Mais do que uma crítica ao excesso de tarefas, esta é uma obra sobre a recuperação da vida interior. Um convite para repensar a relação com o tempo, com o fazer e com o próprio valor, em uma época que nos ensina a existir apenas sob a forma de rendimento. Para quem sente o peso da correria contemporânea e deseja refletir com mais lucidez sobre o que significa viver além da obrigação de produzir, este livro oferece uma leitura inquietante, necessária e profundamente humana.
| Número de páginas | 148 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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