Em um tempo em que tudo parece precisar ser mostrado, compartilhado e explicado, A Fragilidade da Exposição convida o leitor a refletir sobre aquilo que ainda merece ser protegido: a intimidade, o silêncio, o pudor, a delicadeza e a dignidade de não transformar tudo em aparência. A obra investiga, com sensibilidade filosófica e linguagem envolvente, como a busca por visibilidade tem alterado nossa relação com o sofrimento, com o afeto, com o corpo e com a própria experiência de existir.
Ao longo do livro, a vulnerabilidade não aparece como fraqueza, mas como uma dimensão essencial da vida humana. Em vez de oferecer respostas prontas, o texto abre espaço para perguntas profundas sobre confiança, exposição, pertencimento, segredo, escuta e presença. É uma leitura para quem sente que, em meio ao excesso de imagens e discursos, ainda há algo em nós que precisa de resguardo para continuar verdadeiro.
Mais do que uma crítica à cultura da exposição, esta obra é um convite à lucidez. Um livro para leitores que desejam pensar com mais profundidade sobre a vida interior, os vínculos humanos e os limites entre mostrar-se e preservar-se.
| Número de páginas | 180 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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