E se o maior problema da educação brasileira não fosse apenas o fracasso — mas a capacidade de administrá-lo como se fosse sucesso?
Em **A Escola de Papel**, o professor de História Alison Luiz Iankoski parte da experiência cotidiana no ensino público para investigar uma contradição incômoda: como um sistema cercado por metas, avaliações, plataformas, relatórios e discursos sobre aprendizagem pode continuar entregando resultados tão distantes do que promete?
O livro nasce da sala de aula e confronta a distância entre a escola descrita nos documentos e a escola vivida por professores e alunos. Ao longo das páginas, o autor discute burocracia, aprovação, disciplina, autoridade, participação das famílias, metodologias pedagógicas e a transformação do professor em operador de um sistema cada vez mais administrativo.
Sem idealizar o passado e sem propor soluções fáceis, **A Escola de Papel** faz uma pergunta central: a escola brasileira ainda consegue cumprir sua função fundamental — ensinar?
Mais do que uma denúncia, esta é uma investigação sobre aquilo que o sistema declara fazer e aquilo que realmente entrega.
| Número de páginas | 65 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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