Em um tempo marcado por excesso de opiniões, ruído constante e desconfiança generalizada, quem ainda pode ser ouvido com legitimidade? Em A Crise da Autoridade, o leitor é conduzido por uma reflexão profunda e acessível sobre a perda das referências que antes ajudavam a sustentar a vida em comum.
Ao longo do livro, a autoridade não é tratada como sinônimo de imposição, mas como uma presença capaz de orientar, transmitir experiência, sustentar vínculos e oferecer direção em meio à confusão. A obra questiona por que nos tornamos tão resistentes a reconhecer mestres, especialistas, tradições e figuras de confiança — e quais são as consequências disso para a política, a educação, os afetos, a cultura e a própria liberdade.
Com linguagem reflexiva e envolvente, este livro convida o leitor a pensar sobre o enfraquecimento da escuta, o império da opinião imediata, a suspeita como hábito e a dificuldade de confiar em um mundo cada vez mais instável. Mais do que denunciar uma crise, a obra propõe uma pergunta decisiva para o nosso tempo: ainda somos capazes de reconhecer aquilo que merece ser ouvido?
Uma leitura para quem deseja compreender melhor o esvaziamento das referências no mundo contemporâneo e refletir sobre a reconstrução da confiança, da escuta e da autoridade legítima.
| Número de páginas | 132 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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