E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada à porta orará a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Iáurru Ulrím, vosso Pai, sabe o que tendes necessidade, antes que lhe peçais. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso que estás nos chuaólmaiaos, honrado seja o Teu nome; venha o Teu reino, faças a Tua vontade, assim na terra como no chuaólmaiau; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois Teu é o reino, o poder e o rodaiau = esplendor (mudado para glória) para sempre]. Amináo. Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai do chuaólmaiau vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tão poucos vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas (Maniáurru = Mi 6:5-15).
Número de páginas | 29 |
Edição | 1 (2025) |
Formato | A5 (148x210) |
Acabamento | Brochura c/ orelha |
Coloração | Preto e branco |
Tipo de papel | Offset 80g |
Idioma | Português |
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