À minha mãe,
cuja ausência tornou o agora ainda mais precioso.
Tua voz silenciou,
mas tua ternura ainda vive entre as frestas do tempo.
Na simplicidade do gesto, no olhar que me formou,
na força serena com que enfrentavas o mundo.
Estas palavras nascem do vazio que tua partida deixou,
e da urgência de entender a vida como instante.
Não há depois,
mas há lembranças que não se apagam.
Obrigado por cada agora que compartilhamos.
Este livreto é um sussurro de gratidão
no silêncio do infinito.
Poeta das Sombras
| Número de páginas | 0 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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