Entre as páginas sombrias deste livro, o leitor encontrará mais do que versos: encontrará espelhos. Nossos Monstros é uma travessia pelas ruínas da alma, onde cada poema é uma lâmina afiada, um sussurro antigo, um eco do que tentamos esconder nas profundezas do nosso ser.
O Poeta das Sombras não escreve para consolar – ele escreve para confrontar. Cada palavra é um convite a descer aos porões da própria consciência, onde os monstros respiram em silêncio, alimentando-se das culpas, medos, vaidades e feridas mal cicatrizadas. Eles não estão lá fora. Estão dentro de nós. E aqui, neste livro, são nomeados, vestidos, libertos.
Dividido em capítulos que refletem aspectos distintos do tormento humano, Nossos Monstros não segue uma linha reta. É um labirinto poético, onde o leitor se perde para se reencontrar mais sombrio, mais honesto, mais inteiro. As palavras são densas, as imagens são viscerais, e a beleza que nelas habita é crua, dolorosa, verdadeira.
Este não é um livro para corações apressados. É um relicário para quem tem coragem de encarar o que se esconde por trás do riso forçado, do silêncio prolongado, da raiva reprimida. É um diário de batalha, onde o autor se despe das máscaras e nos convida a fazer o mesmo.
Que o leitor, ao mergulhar nestas sombras, encontre sua própria luz – mesmo que ela arda. Pois, afinal, como o próprio poeta diz: Meus monstros não querem fugir, eles querem ser lidos.
Seja bem-vindo à morada onde todos os nossos monstros finalmente têm voz.
| Número de páginas | 18 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.