O que acontece quando o Estado decide que a língua do berço é uma ameaça à nação? Durante décadas, o interior do Rio Grande do Sul foi solo fértil para um sistema educacional único: as escolas paroquiais. Mantidas por comunidades de imigrantes alemães, italianos e poloneses, essas instituições não eram apenas centros de alfabetização, mas guardiãs de uma identidade onde a fé e o vernáculo eram indissociáveis. Nesta obra, [Seu Nome] mergulha nas fendas desse mosaico cultural para investigar um dos períodos mais tensos da história da educação brasileira. Indo além da frieza dos decretos da Era Vargas, o livro revela os bastidores de um embate multidimensional. De um lado, a disputa por "almas e matrículas" entre o rigor luterano e a hierarquia católica; de outro, a lâmina da Campanha de Nacionalização, que transformou professores em suspeitos e livros didáticos em cinzas.
Com uma abordagem crítica e sensível, o autor analisa o impacto traumático do silenciamento forçado. Através de uma sólida pesquisa documental e do diálogo com a memória coletiva, a obra expõe como a imposição de uma unidade artificial desarticulou sistemas comunitários de excelência e deixou cicatrizes geracionais na subjetividade gaúcha.
Sob a Égide da Unidade é uma leitura essencial para historiadores, educadores e todos aqueles que desejam compreender como a escola foi utilizada como ferramenta de poder e como, nos porões e nos cultos sussurrados, a diversidade teimou em sobreviver. www.googl.com.br
| ISBN | 9798253561591 |
| Número de páginas | 58 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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