Que olhares nos damos a nós mesmos? Que olhares nós damos para fora de nós? “Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê “ e é assim que com o olhar, nosso, observamos os detalhes sutis da rotina, dos instantes inesperados e inusitados que se mostram aos olhos em nosso caminhar pelas ruas, calçadas, praças e lugares por onde passa a vida. Nesta arrumação de poemas, procuramos dar uma olhadela no cotidiano, concentrado na busca pelo imperceptível, onde cada olhar lançado ao mundo compõe versos únicos – ora contemplativos, ora irreverentes, ora inusitados, mas, sempre, genuínos. Os versos pensados e escritos para composição deste livro foram escritos a partir do pensamento que flui e se torna poesia ao observarmos o momento em que o café esfria sobre a mesa, ao observarmos o ônibus que passa lotado, a rua que explode em vida, o silêncio da palavra não dita, e também na observação do gari que varre a calçada, da mulher que passa, do cara que mora na rua, do homem comum, d’uma mulher qualquer, da rua que passa deixando para trás o homem que caminha descalço. São reflexos aleatórios de um cotidiano, compondo um livro aleatório. São, enfim, reflexões daquilo que sentimos sobre aquilo que nos cerca e passa despercebido por todos, mas não pelo poeta, posto que ele, o poeta, não enxerga com olhos comuns, mas com olhos de poeta.
| ISBN | 9786502162002 |
| Número de páginas | 97 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para [email protected]
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.