A busca pelas origens não é um mero exercício de curiosidade estatística; é uma necessidade profunda da alma humana de compreender o solo onde suas raízes foram fincadas. Em um mundo marcado pela velocidade, pela transitoriedade das relações e pelo esquecimento sistemático do passado, abrir um livro de genealogia é um ato de resistência cultural. Significa desacelerar o passo para ouvir os ecos de vozes que o tempo silenciou, mas cujo eco biológico e cultural permanece vivo em cada um de nós.
Talvez, ao abrir estas páginas, você esteja procurando algo aparentemente simples: um nome. O nome de um pai, de um avô, de um bisavô ou de um tataravô de quem pouco se ouviu falar nas reuniões de família. Talvez você tenha crescido escutando relatos fragmentados sobre antepassados distantes que "vieram da Alemanha" a bordo de barcas transatlânticas, enfrentando o desconhecido com malas de madeira e o coração cheio de incertezas. Encontrar esse nome em uma linha de sucessão é mais do que preencher uma lacuna em um papel; é encontrar o seu próprio lugar dentro de uma imensa e contínua jornada humana.
A história da Família Diesel não pertence apenas aos arquivos empoeirados ou aos cemitérios coloniais do Sul do Brasil. Ela pulsa no presente. Vive nas estruturas das casas antigas erguidas nas primeiras picadas, nas cidades que ajudamos a emancipar, nas tradições culinárias que resistem ao redor da mesa, nos valores de trabalho e retidão transmitidos de pais para filhos.
| Número de páginas | 334 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Português |
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