O Parasita Eclesiástico é uma obra alegórica, teológica e crítica que mergulha nas entranhas da vida eclesial para revelar uma ameaça silenciosa e corrosiva: não o inimigo externo que persegue a Igreja, mas aquele que se instala dentro dela, alimentando-se de sua estrutura, de sua linguagem e de seus símbolos, enquanto esvazia sua alma.
O livro propõe a imagem do “parasita” como metáfora espiritual e moral, indivíduos, mentalidades e ideologias que permanecem no corpo da Igreja não para servi-la, mas para utilizá-la; não para anunciar a Verdade, mas para moldá-la segundo conveniências pessoais, políticas ou ideológicas. Esses parasitas não rompem explicitamente com a fé: antes, disfarçam-se de zelo pastoral, misericórdia mal compreendida, falso diálogo ou progresso, corroendo lentamente os fundamentos da doutrina, da moral e da vida sacramental.
Ao longo da obra, o autor conduz o leitor por uma análise profunda das raízes desse fenômeno: a perda do sentido do sagrado, a substituição da conversão pelo discurso sociológico, a relativização da verdade em nome da aceitação e o abandono da cruz em favor do aplauso do mundo. O parasitismo eclesiástico manifesta-se, assim, como uma patologia espiritual que transforma pastores em administradores ideológicos, fiéis em massa manipulável e a Igreja em mera instituição humanitária desprovida de transcendência. Trata-se de um livro provocador, denso e necessário, escrito para quem ama a Igreja.
| Número de páginas | 118 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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