Pode a cultura pop subverter a própria engrenagem que a criou?
Distante do culto cego a personalidades e da superficialidade da indústria do entretenimento, O Movimento ARTPOP na Literatura propõe um olhar visceral e academicamente fundamentado sobre um dos momentos mais polêmicos, incompreendidos e provocativos da cultura pop recente.
Traçando um paralelo direto entre a efervescência vanguardista da Semana de Arte Moderna de 1922 e a ousadia conceitual do álbum ARTPOP (2013), Filipe Borges analisa como a fusão entre alta-costura, tecnologia, artes plásticas e psicanálise rompeu com o conformismo estético de uma época.
Mais do que uma crítica cultural, este ensaio é um manifesto pessoal sobre a força da "influência de minoria" e como o ato de devorar e reinterpretar a arte contemporânea tornou-se o combustível para uma produção literária autêntica, transgressora e independente.
Uma leitura indispensável para estudantes de teoria literária, críticos de arte, entusiastas do sociologismo cultural e para todos aqueles que se recusam a consumir sem questionar.
| Número de páginas | 64 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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