Toda ação termina quando o gesto termina? Ou continua, silenciosamente, formando aquele que agiu?
O Manusmṛti, conhecido como "O Código de Manu", é o mais influente dos tratados indianos sobre a ordem do mundo e a conduta humana. Começa contemplando a origem do universo e termina interrogando o destino da ação. Entre esses dois extremos desenha-se um único caminho: da ordem que faz surgir o mundo à possibilidade de a consciência libertar-se daquilo que ela própria colocou em movimento.
Composto de apenas 126 versos, o décimo segundo e último capítulo conduz o leitor por uma das investigações mais profundas da obra. Seu primeiro movimento acompanha a ação desde o lugar em que nasce (a mente, a palavra e o corpo) até as consequências que produz.
Este Livro da Libertação forma díptico com O Livro da Criação, dedicado ao primeiro capítulo do Manusmṛti: um descreve como o mundo veio a ser; o outro, como a consciência pode libertar-se dele. Cada um se lê por si; juntos, fecham o arco inteiro da obra.
A libertação, aqui, não é a negação do mundo. É uma nova maneira de agir, conhecer e habitar a existência.
Um texto com dois milênios não entrega tudo na primeira leitura. Seus versos são breves, e parte do que dizem está no que deixam por dizer. Este é um convite para que você se detenha onde o sentido parece escapar, nas entrelinhas: ali, a voz pode ser ouvida!
| ISBN | 9786502345153 |
| Número de páginas | 473 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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