O Deus Apócrifo

Por Mark Brunkow

Código do livro: 846596

Categorias

Religioso, Discriminação, Bíblia, Ateísmo, Agnosticismo, Religião, Referência Bíblica, Ficção e Romance, Família E Relacionamentos, Doutrinas Bíblicas

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Sinopse

E se Deus não tivesse ido embora? E se Ele apenas tivesse sido silenciado... como tantos outros?

Neste romance arrebatador, Mark Brunkow nos convida a conhecer Calum Silva, um homem de cinquenta anos que já teve fé, mas a viu apodrecer nos púlpitos do medo, nos altares do controle, nas igrejas onde o amor é condicionado. Depois de uma vida de desilusões, Calum encontra duas mulheres tão feridas quanto ele, Lúcia, uma ex-missionária marcada pela opressão religiosa e um casamento sem alma, e Aletéia, uma jovem ateia furiosa que não odeia Deus, mas o que fizeram com Ele.

Juntos, eles não criam uma religião. Criam um refúgio. Um sopro. Um nome para o divino que ainda resiste, Raham, que na língua de Jesus, o aramaico, significa Amor. O Deus Apócrifo, o Deus que não cabe nos livros oficiais, mas sussurra nos corações de quem foi esquecido por eles.

Entre conversas íntimas, evangelhos apócrifos, Deus de Spinoza, perseguições públicas, batismos em rios e o nascimento de uma nova esperança, O Deus Apócrifo é um romance que mistura fé, razão, sarcasmo, compaixão e uma escrita visceral. Um livro para quem crê com os olhos abertos. Para quem já não encontra Deus onde dizem que Ele está..., mas continua procurando.

Características

ISBN 9786501695945
Número de páginas 144
Edição 1 (2025)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
Idioma Português

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Fale com o autor

Mark Brunkow

Mark Brunkow, natural de Curitiba, Paraná, portanto curitibano, mas não um curitibano qualquer, um típico, daqueles que realmente falam “leitê quêntê”, e que tem todos os atributos e adjetivos que cabem a um “curitiboca” clássico.

Tímido, fechado, calado, arrogante, metido, esnobe de inteligência mediana e digamos de beleza singular, mas também é confiável, simples, sincero, até de mais, e vez ou outra simpático. Não... simpático não!

Se fosse um livro seria um livro de capa dura, grosso, daqueles que param em pé. Não seria um best seller, não seria muito conhecido, seria daqueles livros que ficam escondidos na prateleira e que são pouco lidos, aqueles normalmente empoeirados e esquecidos ignorado pela maioria das pessoas.

Com certeza seria julgado pela capa e por isso mesmo menosprezado, mas aos poucos afortunados que se prestassem ou se atrevessem a lê-lo, seria um deleite, ficariam encantados com a simplicidade e beleza encerradas em suas linhas mal traçadas e cheias de verdades e dúvidas concretas.

Seria como descobrir em uma viela pouco movimentada um pequeno restaurante com comida simples e deliciosa e que somente seria recomendado a poucos e sinceros amigos. Seria como apreciar um bom vinho em companhia agradável, como descobrir um prazer simples, um segredo intimo, quase obsceno.

Ao o lerem descobririam uma história cheia de magia e realidade, alegrias e tristezas felicidade e dor como toda história humana em sua jornada. Seriam apresentados a batalhas épicas travadas contra dragões diários gigantescos e aterrorizantes de dúvidas e incertezas envoltos em brumas de mistérios cotidianos.

Veriam vitórias magníficas de mãos dadas a derrotas épicas em um constante e cíclico aprendizado moldando assim a ferro e fogo o caráter humano. Encontrariam amores ocultos que são descobertos aos poucos como devem ser, sem alarde, mas de maneira extremamente excitante.

Encontrariam rotas de fugas mirabolantes para paraísos distantes que ocultam sentimentos presentes, paixões secretas que norteiam vidas concretas, descobririam que a vida sem amor e a música seria um erro.

Lugares comuns estariam presentes, não poderiam faltar, “sempre te amarei”, “nunca falharei com você”, “não, você não engordou”, “nunca broxei, isso nunca aconteceu comigo” entre outras inverdades necessárias para uma boa trama e enredo empolgante. Sem muito sexo, mas muito erotismo e sensualidade.

Haveria morte, pois ela faz parte da vida. Não a morte doída e sofrida e sim a morte necessária àquela que nos lembra de nossa condição humana mais básica, que somos apenas passageiros nessa história e que novos personagens necessitam aparecer para continuar contando nossa história, que são nossos atos que nos definem e que nossa conduta é que ecoara quando não mais estivermos aqui.

A leitura decorreria devagar, preguiçosa mesmo, mas não uma preguiça pecaminosa, e sim uma preguiça com gosto de não querer que acabe, de saudade antecipada, para manter ao máximo possível a inevitável descoberta do final.

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