Este livro explica um paradoxo que vem desafiando o PT há cerca de 40 anos. Este partido venceu 5 das 9 eleições presidenciais até 2022: foi ao 2º turno em duas e perdeu apenas duas. Mas acumula derrotas acachapantes em quase todos os cerca de 4.500 pequenos municípios brasileiros, com até 30 mil habitantes — justamente onde dominam o "Centrão" e a extrema direita bolsonarista. A hipótese central, neste trabalho é que o PT local se perdeu na transição do V Encontro de 1987 - que mudou a posição do PT, de um partido de quadros para partido de massas. Ao abandonar a lógica de partido de quadros — com formação, militância orgânica e enraizamento comunitário — sem consolidar as estruturas de partido de massas nos pequenos municípios ficou no meio do caminho: nem Partido de Quadros, nem de Massa, mas "Partido de massa de manobra", que mobiliza eleitores de forma instrumental, sobretudo em eleições, sem relação orgânica e duradoura. O público-alvo esperado são candidatos pelo PT nos últimos 26 anos, adversários do PT em eleições locais, estudantes de ciências humanas e sociais e o público de municípios com mais de 100 mil habitantes, que desconhece a política das pequenas localidades, cerca de 80% dos municípios do país. O livro surge como versão compacta, direto ao ponto, esperando-se que possa ser lido em um tempo equivalente ao de uma partida de futebol (90 minutos). Ao fim deste tempo, o leitor decide se avança para a prorrogação: considerações finais, fontes e referências.
| ISBN | 978-65-266-8387-3 |
| Número de páginas | 110 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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