O Caminho de Aurora nasceu da convicção de que a literatura
espírita brasileira — de Zibia Gasparetto a Vera Lúcia Marinzeck de
Carvalho, de Wanda Amorim Joviano a Marlene Nobre — pode
dialogar com o leitor contemporâneo sem perder profundidade nem
cair em didatismo.
A história foi pensada em vinte capítulos, deliberadamente curtos,
para acompanhar a vida prática do leitor: um capítulo por noite, antes
de dormir, é uma boa medida. As reflexões ao final servem de
exercício para a semana, não de tarefa imediata.
Os autores espíritas mais consultados durante a concepção desta
obra foram, além dos citados, Léon Denis (Depois da Morte), Allan
Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo), André Luiz / Chico
Xavier (Nosso Lar, Os Mensageiros) e Divaldo Franco (Reforma
Íntima sem Martírio).
Recomenda-se, ao leitor que se sentir tocado pela história, buscar
um centro espírita sério próximo de sua casa, frequentar com
regularidade, estudar antes de aderir a qualquer prática, e, sobretudo,
exercitar a caridade silenciosa em sua própria comunidade.
| Número de páginas | 89 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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