Este cordel
nasce do encontro
entre memória, vento e palavra.
Diante do moinho de Macau,
dois poetas
conversam sobre a cidade,
seu povo e o sal - riqueza que fundou,
sustentou e ensinou.
O diálogo percorre séculos:
das primeiras concessões salíferas
aos ciclos de abandono
e retomada; do trabalho árduo
às transformações econômicas;
do sal material ao sal simbólico
que permaneceu
na identidade macauense.
Aqui,
o moinho não gira, mas pensa.
E o vento não passa: conta.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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