Este cordel dialogado
nasce do encontro entre
memória histórica e poesia crítica,
colocando frente a frente
o PHILOFOTOPOETA
— observador do tempo presente —
e Abelardo Calafange, personagem real
da história potiguar do século XX.
A obra percorre
os caminhos da medicina social,
do jornalismo combativo,
da política institucional
e da cidade de Natal,
entre Ribeira, Alecrim,
Escola Normal,
Assembleia e centros de saúde.
Não se trata de exaltação biográfica,
mas de diálogo ético,
onde passado e presente
se interrogam mutuamente.
O cordel
assume a tradição oral nordestina
como instrumento de pensamento,
fazendo da rima
um meio de reflexão histórica
e do verso
uma forma de registro crítico.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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