Este cordel
nasceu de um encontro incerto
ou deliberadamente ambíguo,
ocorrido no Cais da Tavares de Lyra,
na Ribeira, em Natal.
Entre o real e o simbólico,
o PHILOFOTOPOETA
dialoga com José da Penha,
militar, jornalista e tribuno republicano,
figura central das primeiras
contestações populares
da República no Rio Grande do Norte.
Mais que uma biografia rimada,
o texto propõe uma reflexão sobre me-
mória, ética pública,
esquecimento histórico
e o papel da palavra como resistência.
O delírio, aqui, não é fuga da história:
é método poético para acessá-la.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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